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domingo, setembro 14, 2008

A INTERNET CRIANDO ESPAÇO DIGITAL DE APRENDIZADO NO ENSINO SUPERIOR

RESUMO



Neivaldo Lúcio Rosa de Oliveira¹
O artigo discute como um grupo de professores universitário atua utilizando novas tecnologias aplicadas á educação superior, em destaque o uso da Internet como meio auxiliar de aprendizado. Neste contexto utilizamos os referenciais de Masseto (2000), Law (1995), Almeida (2003), Ramos (1997), Rezende (2004), Borges (2000), Valzacchi (2003), dentre outros, fundamentando o tema deste trabalho. Para isto propomos um questionário para coleta de dados, onde analisamos 48 professores que atuam no ensino superior utilizando os recursos disponíveis que a internet oferece, tais como chat, fórum de debates, e-mails dentre outros, para melhorar a sua prática pedagógica.
Palavras-Chave: Internet, Ensino Superior, Mediação, Docência e Tecnologias.

Introdução
A internet tem provocado mudanças na comunicação no mundo atual. Esta cada vez mais ao nosso redor influenciando em nossa vida nos aspectos político, econômico, lazer, investigação etc. Evidentemente não poderia deixar de lado a sua aplicação no campo educacional.
O momento atual requisita do homem o domínio de determinadas que precisam ser adquiridas por meio da educação para que possa engajar-se de forma crítica reflexiva ao meio social. (PEREIRA e PEREIRA, 2006 p.01)
É no sentido educacional a proposta de discussão deste artigo onde analisamos como um grupo de professores universitários busca informações disponíveis na internet e seus recursos para realizar um aprendizado significativo.
É possível utilizar a internet no contexto de novas tecnologias aplicadas ao aprendizado onde o professor universitário assume o seu papel de mediador de aprendizado?
Assim sendo propomos realizar o estudo baseando-se nos referenciais de Almeida (2003 p. 331) quando afirma que os ambientes digitais de aprendizagem são “sistemas computacionais disponíveis na internet, destinados ao suporte de atividades mediadas pelas tecnologias de informação e comunicação”.
Masseto (2000, p.134) afirma que no ensino superior há uma concepção de valorizar a transmissão de informações, experiências, técnicas para a formação de novos profissionais, mantendo um método tradicional de ensino, onde se espera que os alunos demonstrem comportamentos esperados. Um paradigma de ensino que não podemos aceitar no momento atual dentro do ensino superior no Brasil.
Assim com a chegada das novas tecnologias aplicadas ao ensino destacamos a importância no momento atual o uso da internet como meio auxiliar de ensino baseando-se em Moreira (2005, p. 04) quando afirma que um professor que se preocupa com a formação de seu alunado aponta para uma nova direção frente ao uso da internet campo educacional. Rompe o paradigma da repetição e reforça o paradigma da construção.
Dessa forma ao verificar se a internet é usada como meio auxiliar de aprendizado pelos professores pretende-se contribuir para que o ensino superior não fique parado no tempo, mantendo o paradigma acima caracterizado por Masseto (2000) e Moreira (2005).
Para isto apresentamos no presente artigo como os professores atuam no ensino superior frente ao uso da internet como meio auxiliar no aprendizado.

Desenvolvimento
O objetivo de uma educação superior pautada na formação de jovens faz sentido nos dizeres de Ramos (1997 p. 02), para este autor:
Formar pessoas preparadas para intervir de forma crítica e criativa na sociedade em construção acelerada, pessoas disponíveis para a mudança, com capacidade de aprender em cada dia com os factos novos que experienciam, com capacidade de se desenvolver, concomitantemente, com a sociedade em que interagem, são objetivos da "educação". (RAMOS 1997, p. 02).

O pressuposto descrito pelo autor acima a respeito dos objetivos da educação abre a discussão do tema apresentado, pois necessita-se de uma definição do que seja os objetivos educação superior para compor e referendar o tema proposto.
Ainda mais concordamos com Freire (2006, p.01) quando ressalta que:
Estamos prestes a receber a geração Net chegando às instituições de Ensino Superior do Brasil (hoje, com mais duas mil instituições, aproximadamente 25% públicas e 75% particulares), os nascidos nos anos noventa do século passado chegando aos anos 20 do século XXI. Educar a geração Internet será um privilégio e um desafio. Hoje, e principalmente no futuro, o professor deverá estar preparado para atender uma geração que tem a sensibilidade audiovisual extremamente desenvolvida. Esta geração não consegue prestar atenção, motivar-se e aprender em uma aula expositiva, mas prefere aprender experimentando, explorando, trabalhando em equipe, pesquisando na Internet. (FREIRE, 2006 p. 01).

Assim sendo o artigo discorre a respeito do uso da internet no na educação superior, onde propusemos a um grupo de docentes um questionário para levantamento de dados. Foram analisados 48 questionários respondidos e devolvidos por docentes que atuam no ensino superior na cidade de Goiânia – Goiás, no período de setembro de 2007 a março de 2008.
Desta forma os dados coletados nos mostram com que freqüência os professores utilizam os recursos disponíveis na internet para auxiliar o trabalho docente e discente.
Pelos dados encontrados na tabela (01) conclui-se que estes professores buscam os recursos que o computador oferece, concordando com a sua utilização sendo um meio auxiliar no aprendizado.


Recursos Utilizados
Freqüência
Freqüência Percentual
CD-Room ou DVD
27
56,25
Data Show
34
70,83
Internet
13
27,08
Chat
13
27,08
E-mail
33
68,75
Fórum de Debates
12
25,0
Tele-Conferência
9
18,75
Página Criada (WEB)
10
20,8
TOTAL
48
100
Tabela 01

O sentido de aprendizado que se busca com a internet está caracterizado no uso mais amplo da palavra de acordo com Rego (2004 p. 72), “quando Vygostsky fala em aprendizado ele se refere tanto ao processo de ensino quanto ao processo de aprendizagem, pois ele não acha possível tratar destes dois aspectos de forma independente”.
Neste ínterim o uso da internet no meio educacional reforça a concepção da mediação pelo docente contribuindo para a melhoria da qualidade aprendizado e conseqüentemente, sua prática docente.
Pela análise do questionário 28,5% dos entrevistados sempre ou quase sempre 71,5% buscam na instituição em que trabalham buscar informações para pesquisar conteúdos relativos a sua área de conhecimento, mas ressaltam que muita “coisa” disponível deve ser analisada com reservas, atribuindo uma interpretação mais detalhada das informações contidas na internet.
A questão do uso da internet como modificadora da postura docente diante dos alunos, 41,6% concordam que pode auxiliar no aprendizado e 58,4% concordam parcialmente, justificando que o aluno deve buscar outras fontes de informações para realizarem suas pesquisas acadêmicas.
Neste ponto da discussão destaca-se o dizer de um docente; “A internet possibilita uma interação mais cotidiana dos acontecimentos no mundo. Portanto facilita como interação educacional. Não vejo possibilidade de atualmente trabalhar sem sua utilização”.
O exposto pelo docente acima, é possível utilizar a internet no contexto de novas tecnologias aplicadas ao aprendizado, confirma-se que o professor assume o papel de mediador do aprendizado de acordo com Masseto, (2000, p.135):

[...] possibilitando a orientação dos alunos em suas atividades não apenas nos momentos de aula, mas nos períodos “entre aulas” também; tornando possível ainda, o desenvolvimento da criticidade para se situar diante de tudo que se vivencia por meio do computador, da curiosidade para buscar coisas novas, da criatividade para se expressar e refletir, da ética para discutir os valores contemporâneos e os emergentes em nossa sociedade e em nossa profissão. (MASSETO, 2000 p.135).

Outra questão discutida no contexto deste artigo é a reprodução de “coisas prontas” encontradas na internet pelos universitários para realizar trabalhos acadêmicos.
Assim sendo 71,4% dos professores afirmam que a maioria reproduz até copia trabalhos disponíveis em sites e que 28,6% não reproduz e/ou encontra um referencial a mais para nos estudos realizados em determinados trabalhos acadêmicos.
Nesta abordagem a postura docente pode mudar contribuindo para uma intervenção no desenvolvimento cognitivo, nomeadamente no desenvolvimento da inteligência e de competências metacognitivas: aprender a pensar, aprender a aprender, pensar sobre o pensar, conforme Ramos (1997, p.01).
Portanto as intervenções descritas acima possam minimizar a reprodução de “coisas prontas” com a postura mediadora docente, intervindo quando necessário, fazendo com que o aluno busque construir o re-construir conhecimentos para que o aprendizado tenha significado.
Dell’aglio et alli (2002 p. 17-18), destaca que a docência nas instituições de formação superior deve buscar o sentido expresso abaixo:
[...] tendo como finalidade ser produtora de conhecimento e como compromisso atender às demandas sociais, através de ensino e pesquisa necessita conhecer como está se dando a utilização de novos recursos pelos professores e suas percepções quanto a vantagens e desvantagens dessas mudanças, para que assim possa desenvolver capacidades para lidar com os novos desafios. (DELL'AGLIO et alli, 2002 p. 17-18)

Neste sentido o uso das informações contidas na internet mediatizados pelo professor nos trabalhos de seus alunos possa oferecer um aprendizado mais eficiente a partir de um ambiente interacionista na construção coletiva de conhecimentos significativos. Os professores para isto “deve internalizar novas ferramentas no seu trabalho”. (DELL'AGLIO et alli, 2002 p.18).
Para Dell’aglio et alli (2002, p.19) o professor deve atuar incentivando uma aprendizagem coletiva, centrando sua atividade no acompanhamento e na gestão das aprendizagens.
Desta forma 71% dos docentes acreditam que a internet não quebra o monopólio do conhecimento por parte dos professores, concordando que em sua prática as informações disponíveis na internet nem sempre são confiáveis para a construção de conhecimentos pelos alunos.
Cabe aos professores participar, instigar a discussão, acompanhar e analisar a construção do conhecimento através da participação individualizada e de grupo de cada sujeito nos espaços de interação disponibilizados no ambiente. (SCHLEMMER, et alli 2000 p. 06).
Assim ao criar novas formas de atuar no ensino superior o docente busca mudar a sua prática, desafiando o aluno a pensar e ao mesmo tempo compartilhar suas idéias e experiências adquiridas em direção a formulação de conceitos formais. (REZENDE, 2004 p.45).
Encontramos em Law (1995, p.07), um referencial para identificar um ambiente denominado construtivista no que diz respeito ao uso da internet no sentido que este artigo discute, se:
- ocorrer a aprendizagem ativa e contextualizada, pautada na cooperação, colaboração e auto-regulação;
- destinar ao professor responsável andaimes que facilitam a prática de acordo com a ZDP de cada aluno e promovam a construção do conhecimento realizado na colaboração entre os alunos (significado socialmente negociado);
- sugerir atividades que não controlem a aprendizagem, ao contrário que dêem suporte e a nutram, incentivando a construção do conhecimento pelo aluno;
- oferecer condições para que o aluno se engaje em seu processo intencional de aprendizagem, especialmente ao encorajar as estratégias de exploração dos erros uma vez que os “erros são estímulos positivos que criam perturbações, gerando desequilíbrio necessário para a auto-reflexão e reestruturação conceitual” (LAW, 1995, p. 07).

O sentido educacional do uso da internet nos remete a Borges (2000, p.62-63), para este autor:
Internet é uma nova forma de realizar o trabalho pedagógico e, portanto, estará cada vez mais influenciando o processo educacional. [...] e atribuindo novos usos e novas finalidades à Internet, o homem poderá estar redefinindo sua própria identidade, capacitando-se para uma nova ordem global das relações humanas, e assim, estará gerando uma nova transformação da realidade sócio-histórico-cultural. (BORGES 2000, p. 62-63)

Borges (2000, 61-62) entende que a internet pode estar vinculada a interpretação vygotskiana, concordando com este autor quando:
Se entendida como elemento cultural, a Internet que atua possibilitando um processo de intercâmbio social estará produzindo segundo uma interpretação vygotskiana, modificações no processo de comunicação, de percepção, de raciocínio lógico uma vez que, cria novas formas de representação dos signos já existentes no sistema de linguagem humana, e podendo inclusive criar outros. Ao possibilitar a transformação e criação de signos, a Internet estará possivelmente contribuindo para a transformação do próprio pensamento humano. Como elemento cultural, a Internet poderá estar, deste modo, modificando as Funções Psicológicas Superiores humanas ao integrar som, imagem e escrita. Estará criando novas formas de expressão e isto significa que a linguagem inclui-se na dinâmica de constituição do ser humano mediando igualmente a recriação do saber, dos valores, das condutas, das experiências de todas as gerações agora também pelo uso da Internet.(BORGES 2000, p. 61-62)

O autor acima reforça o teor que este artigo discute, ou seja, ao utilizar a internet mediatizando ações na construção de conhecimentos, o professor e o aluno mudam a relação passando ambos a ser ativos em todo o processo de formação acadêmica.
Borges (2000, p. 78) destaca que o uso da internet deve ser feito como um suporte na construção de conhecimentos, assim nos remete para ações mediadas e compartilhadas das informações disponíveis consolidando um ambiente digital de produção ou re-construção de informações contidas na internet.
Ainda mais, salienta o autor, se não for usada pelo exposto acima, apenas estaremos sub-utilizando este recurso inovador, poderoso e nada contribui para formar sujeitos críticos e reflexivos e que não tenham habilidades e competências para se fazer uma leitura ou re-leitura do mundo.
O estudo de Borges (2000, p.63-64) também serviu-nos de um referencial importante para justificar o nosso estudo sobre o uso da internet como meio auxiliar na construção coletiva de conhecimentos no ensino superior:
a) A Internet é um ambiente virtual mediador entre as necessidades de aprendizagem, funcionando como apoio instrumental e facilitador da interação social para que os educandos possam construir pontes de análise, tomada de consciência, compreensão e aumento de sua competência científica;
b) A Internet caracteriza-se pela flexibilidade, possibilitando ao educando estabelecer os caminhos pelos quais irá buscar as informações ou com quem dialogará sobre o tema pesquisado, tendo a chance de encontrar e comparar várias versões que possibilitarão a formação de sua própria opinião;
c) A Internet pode revelar uma nova relação entre educando e educador na medida em que libera o educando do princípio ideológico de que o saber reside unicamente na experiência do educador;
d) A Internet pode converter-se em um elemento cultural, presente na prática pedagógica, conduzindo o processo para uma visão do educador que se adapta ao contexto de aprendizagem do educando e permite a este dar curso ao plano pedagógico e dimensionar a participação do educador em seu processo de aprendizagem. A Internet possibilita o desenvolvimento da autonomia e a auto-regulação do comportamento por parte do próprio educando.
Assim nas instituições de ensino superiores devem estar engajadas no sentido de se fazer uma educação com a chegada de novas tecnologias de informação aplicadas ao aprendizado como discutido no presente artigo, os dizeres de Moreira, (2005 p. 03) nos remete a uma renovação das metodologias de ensino na educação superior. Para este autor as universidades devem fazer uma mudança nas formas de organização dos processos de ensino.
Este cambio no puede consistir únicamente en la mera incorporación de las nuevas tecnologías al servicio de los modelos tradicionales de enseñanza universitaria (el docente como transmisor de contenidos a un grupo numeroso de alumnos en la clase, recepción y fotocopiado de apuntes, memorización del contenido y reprodución en un examen, horarios rígidos, etc.). El reto de futuro está en que las universidades innoven no sólo su tecnología, sino también sus concepciones y prácticas pedagógicas, lo que significa modificar el modelo de enseñanza universitario en su globalidad. Abordar este proceso significará reformular el papel y práctica pedagógica del docente [...] (MOREIRA, 2005 p. 03).
È necessário que as posturas acadêmicas e científicas esteja em ritmo de transformação para dar lugar ao novo paradigma de uma sociedade crítica.. (PEREIRA e PEREIRA, 2006 p.03). Ainda mais sugere os autores:
A realidade impõe uma educação que contribua na formação de um homem crítico e reflexivo; uma formação mais polivalente, flexível e centrada na capacidade de adaptação a situações diversas e na solução de problemas. Cada vez mais busca-se um tipo de formação que permita o desenvolvimento do individuo como um todo, potencializando sua maturidade e seu comprometimento ético e político. Requisita-se uma educação que ensine o aluno a pensar, ao invés de simplesmente lhe ensinar idéias e conhecimentos acumulados pela humanidade.(PEREIRA e PEREIRA, 2006 p.03).
Novas posturas docente e discente em relação ao aprendizado como descrito neste artigo podem colaborar para formar . Aos professores e aos alunos cabe salientar que o uso da internet poderá ser proveitoso nas aulas se entenderem os dizeres de Valzacchi (2003 p.129-177), para ele:
Aprender a aprender e a desenvolver a criatividade são habilidades críticas na sociedade onde o conhecimento se renova com velocidades inesperadas.Através de diálogos entre os pares, entre alunos e professores ou em comunidades de aprendizes.[...]Este repensar da perspectiva educativa incide largamente na relação entre a Internet a aprendizagem, toda vez que se faz uso desse meio, se use predominantemente para fazer a diferença (novo paradigma, atuar sobre objetos de conhecimento e interagir entre grupos de pessoas), tomando como marco o global, mas sem perder de vista o local. Os currículos globais começam a ser cada vez mais uma crescente preocupação dos educadores das organizações.(VALZACCHI, 2003 p.129-177).

Assim sendo, os referenciais encontrados demonstram que a relação discente/docente pode ser alterada no aprendizado acadêmico no que diz respeito ao uso da internet como recurso na elaboração de conhecimentos.

Conclusão
Atuar num ambiente informacional utilizando a internet no aprendizado acadêmico ao nosso ver exige um docente mais centralizado, reflexivo, aberto ao diálogo, mediando ações, buscando participar ativamente na exploração das informações disponíveis no mundo virtual.
O docente com os domínios necessários dos conhecimentos dentro de sua área de atuação colabora para a formação de um profissional que a sociedade atual espera; Um profissional que demonstre e aplique os conhecimentos adquiridos na faculdade e com competências e habilidades para interver num mundo em constantes modificações.
Para isto o docente reunindo num currículo formador acadêmico metodologias novas abra espaços para a construção, re-construção, organização ou re-organização dos saberes que doravante são produzidos no mundo cientifico.
É possível utilizar a internet no contexto de novas tecnologias aplicadas ao aprendizado onde o professor universitário assume o seu papel de mediador de aprendizado.
A internet utilizada no contexto educacional usada com seus recursos como chat, e-mails, fórum de debates, criação de páginas ou sites com fins pedagógicos, tele-conferência, etc, possa contribuir de alguma forma no processo de formação e evitar a reprodução de “coisas prontas” praticadas por parte dos universitários em trabalhos realizados ao longo de sua formação e assim construir hoje uma sociedade diferente na qual fazemos parte.

Referências Bibliográficas
ALMEIDA, M. E. B. de. “Educação à distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem”. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.29, n.2, p. 327-340, jul./dez. 2003

BORGES, Ilma. Prática Pedagógica, Processos Interativos Humanos e a Construção
do Conhecimento Usando a Internet: uma análise a partir da Teoria Histórico-
Cultural de Lev S. Vygotsky, Florianópolis, 2000, 158 p. Dissertação (Mestrado em
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DELL'AGLIO, D. KISSMANN, D.B. CHARCZUK, S.B. “Um Paradigma Emergente na Educação Superior: Percepções de Professores quanto às Novas Tecnologias”. Colabora - Revista Digital da CVA-RICESU, v.1, n. 3, fevereiro 2002. p. 17-28. In: http://www.ricesu.com.br/colabora/n3/artigos/n_3/id02.htm em 20 de out 2007.

FREIRE, Jerônimo. Por onde caminha o Ensino Superior no Brasil? 22ª Conferência Mundial do ICDE (Conselho Internacional de Educação a Distância): Rio de Janeiro, 2006. Disponível em<http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=12942> acesso 23 jun 2007

LAW, L. C. . Constructivist instructional theories and acquisition of expertise (Resarch report nº 48. München: Ludwig-Maximilians – Universität, Leherstuhl für Empirische Padagogik Psychologie. 1995. In: http://infix.emp.paed.unimuenchen.de/[smand]/forschbe/lit48.html em 15 novembro 2007

MASSETO, Marcos T.. “Mediação Pedagógica e o Uso da Tecnologia”. In MORAN, José M, MASETTO, Marcos T. e BEHRENS, Marilda A.(Orgs.) Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. Campinas, SP, Papirus. 2000.

MOREIRA, Manuel Area. “Internet na Docência Universitária: WEBs Docentes e Aulas Virtuais – Guia Didática”. Faculdade de Educacion, Universidade de La Laguna, 2005. p 1-35

PEREIRA, Regina C. B.; PEREIRA, Rosilene de O.. A questão da docência no ensino superior. 2006 Disponível em www.defesa.ufjf.br/fts/QUESTAODOCENCIA.pdf acesso 02 fevereiro 2008

RAMOS, Lúcia Maria P. A.. “A Intervenção da Psicologia Actual na Formação de Professores de Hoje (para o sucesso educativo de todos)”. Revista Millenium, nº 8, out 1997. In: http://www.ipv.pt/millenium/va8_psic.htm 11 ago 2007.
REGO, Teresa Cristina. Vygotsky. Uma perspectiva histórico-cultural da educação. RJ: Vozes, 2004.

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VALZACCHI, Jorge R.. Internet y Educacion: Aprendiendo y Ensensando em los espacios virtuales. 2ª edicion, Versão Digital, 2003. In: http://www.educoas.org/portal/bdigital/es/indice_valzacchi.aspx 04 de junho 2006

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1- Licenciado em Biologia e Ciências pela Universidade Federal de Juiz de Fora – MG - UFJF. Pós-graduado em Métodos e Técnicas de Ensino, pela Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO - Campus Goiânia/Goiás, atua na rede pública municipal de ensino na cidade de Goiânia – Goiás e na rede estadual de ensino na cidade Goiânia – Goiás.


Veja outro trabalho sobre novas tecnologias aplicadas no ensino:

“As contribuições da internet na iniciação cientifica no ensino fundamental”
http://br.monografias.com/trabalhos2/contribuicoes-internet/contribuicoes-internet.shtml

Artigos sobre tecnologia educacional na página:
http://prof_neivaldo.no.comunidades.net/


Neivaldo Lúcio Rosa de Oliveira
Biólogo.Licenciado em Biologia e Ciências pela UFJF.Pós-graduado em Métodos e Técnicas de Ensino pela Universo/Campus Goiânia.Pós-graduado em Docência do Ensino Superior pela Faculdade do Noroeste de Minas - FINOM. Professor da Rede Pública Municipal e Estadual na cidade de Goiânia/Goiás/Brasil.
Contato: neilucio@argentina.com
neivaldolucio15@yahoo.com.br
neivaldo.oliveira@gmail.com

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